segunda-feira, 26 de outubro de 2009

chamamento de Deus


Não me enviou Cristo para batizar, mas para pregar o evangelho- 1 Corintios 1:17.

Paulo declara aqui que o chamado de Deus para nossas vidas é pregar–mos o evangelho. Mas lembre-se do que Paulo entende por “evangelho”, que é a realidade da redenção em nosso Senhor Jesus Cristo. Temos a tendência de fazer da santificação a meta final da nossa pregação. Paulo usa a experiência pessoal do crente, o guia de ilustração, nunca com um objetivo em se mesmo.
Ele se entregou como obreiro aprovado por Deus, nunca pensando em se próprio, Ele não tinha interesse doentio em seu próprio caráter. A visão de Paulo era sempre proclamar o evangelho de Deus, independente do que poderia acontecer com a vida dele. Ele estava disposto de fazer o ide de Cristo. Para Paulo a proclamação do evangelho era publico aos não convertidos. Quando ele proclamava o evangelho, Deus trazia revelação da mensagem, e pessoas eram transformadas. O interesse de Paulo era ministrar e no coração do povo, sobre a redenção e o propósito da morte de Cristo para o mundo.
Enquanto estivermos com os olhos voltados para nossa própria pureza pessoal, nunca nos aproximaremos da realidade da redenção. Alguns obreiros fracassam porque seu maior anseio e sua pureza pessoal não é Deus. Não existe nenhum texto que nos mande pregar salvação ou santificação. Somos enviados para apresentar Jesus Cristo ( João 12.32). Dizer que Jesus Cristo sofreu na redenção para tornar-me santo. Jesus Cristo sofreu na redenção para redimir o mundo inteiro e coloca-lo integro e reabilitado perante o trono de Deus.
O fato é que a redenção pode ser experimentada por todos nos e uma ilustração do poder da realidade dela, mas não e essa a finalidade da redenção. Se Deus fosse humano, como haveria de sentir-se desalentado e cansado dos constantes pedidos que fazemos pela nossa salvação e santificação. Abusamos de suas energias de manhã a noite, pedindo as coisas de nosso próprio interesse, algo de que eu quero ser liberto.
Quando percebemos a realidade fundamental do evangelho, nunca mais voltamos a incomodar a Deus com pequenas lamurias pessoal. O anseio da vida de Paulo era proclamar o evangelho de Deus. Ele aceitava os angustiados, tristes, doentes e atribulados, apenas por uma razão simples: porque estes mantinham inabalável devoção do evangelho.
Que o Senhor vos abençoe.
Miss. Souza Maria

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